O partido Solidariedade confirmou para o dia 30 de julho a convenção que vai oficializar a candidatura do deputado estadual Ricardo Nicolau ao cargo de governador do Amazonas. Atualmente como pré-candidato, Ricardo Nicolau vem promovendo reuniões com associações e representantes da sociedade civil organizada para a formatação do plano de governo que terá como prioridade promover o desenvolvimento do estado com gestão eficiente.
Com mais de 30 anos de experiência na iniciativa privada, o parlamentar disse a sua pré-candidatura será independente e representa uma mudança segura para o Amazonas, com propostas viáveis para transformar a vida dos amazonenses.
“A nossa convenção está confirmada para o dia 30. No momento certo vamos divulgar as alianças. A nossa eleição será independente, com um projeto de desenvolvimento para o Amazonas. Não vamos fazer conchavos políticos e nem abrir mão das nossas convicções de mudança, renovação e de novas formas de governar”, declara.
O presidente estadual do Solidariedade, deputado federal Bosco Saraiva, ressaltou a experiência de Ricardo Nicolau.
“Dia 30 do corrente mês estaremos realizando a nossa convenção em que homologaremos o nome do nosso deputado Ricardo Nicolau como candidato ao governo do Amazonas para trazer com sua juventude e experiência política o retorno da esperança de dias melhores para nosso povo”, afirma.
Trajetória
Com 25 anos de vida pública e larga experiência como gestor tanto no setor público quanto no privado, Ricardo Nicolau ingressou na política em 1996, já foi vereador de Manaus e cumpre atualmente o quinto mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), órgão que presidiu entre os anos de 2011 e 2012.
Partido
O Solidariedade foi criado em 24 de setembro de 2013, com o objetivo de combater desigualdades e ajudar aqueles que mais precisam. A legenda faz política baseada no diálogo, buscando uma parceria de compromisso que favoreça o bem comum. Recentemente, a legenda foi a única a ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra dois decretos que ameaçavam 500 mil empregos no Polo Industrial de Manaus (PIM).
Com informações da assessoria.



























































