Neste sábado (15/10), data em que se comemora o Dia do Professor, vai ser marcado por ato público que será realizado por docentes e profissionais da educação vinculados ao Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical). A manifestação, segundo nota distribuída á imprensa, se dá pela “luta de valorização da carreira do magistério”.
Para o Asprom, o ato “passa fundamentalmente pelo repúdio à política do ‘Pão e Circo’, que remonta à Roma Antiga, e à política dos pagamentos de abonos com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)”. “Essas duas políticas executadas pelos Governos Estadual e Municipal não servem como valorização e nem torna atrativa a carreira do magistério para os que atuam e para os jovens. Não queremos que os recursos do Fundeb continuem sendo usados para festas, brindes de sorteios, bebedeiras, pagamentos de abonos que não se incorporam no salário e não são levados para a aposentadoria”, diz a nota.
O Sindicato pede que o recurso do Fundeb seja aplicado na valorização do profissional de Educação. “Queremos exigir que os recursos do Fundeb sejam usados exclusivamente em verdadeira valorização; pagamento de reajuste salarial da inflação; pagamento de aumento real de salário; pagamento correto das promoções e progressões, verticais e horizontais; aumento no auxílio alimentação e no auxílio transporte, além da elevação salarial para o patamar das outras carreiras de nível superior. Queremos valorização de verdade e não enganação!”.
De acordo com o sindicato, o Dia do Professor não será ato para comemoração. “É por isso que nossa categoria profissional não tem nada para comemorar no dia 15 de outubro! Para nós, o Dia do Professor não é dia de festa, é dia de luta!”, finaliza a nota.
A manifestação ocorrerá a partir das 8h30, na praça Heliodoro Balbi, conhecida como Praça da Polícia, no Centro de Manaus.



























































