O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) informou nesta quarta-feira (05/04) que realizou Ato Público com Assembleia Geral, no Centro de Manaus. O Asprom disse que mais de mil professores participaram da manifestação que fez parte da “Paralisação de Advertência” convocada para forçar o diálogo com o Governo do Estado. Segundo o Asprom, os professores da Capital reivindicam 20% de aumento no salário, e mais 24 itens na pauta de reivindicações.
“Na ocasião, os presentes decidiram, por unanimidade, que se, dentro do prazo de seis dias úteis, o Governo não receber o Sindicato e a Comissão dos Professores, o Indicativo de Greve será aprovado, na sua próxima Assembleia Geral Extraordinária. O prazo estabelecido expira no dia 14/04/23. Agora, os professores farão uma intensa mobilização nas escolas estaduais da Capital para esta próxima Assembleia, onde o Indicativo de Greve poderá ser aprovado. Os professores deixaram muito claro que não querem fazer greve e preferem que o Governador evite, negociando. Mas se não tiver outro caminho, estão decididos e convictos de que será a maior Greve de Professores desta Cidade”, diz o Asprom em nota.
Sinteam
Já o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) informou nesta quarta-feira (05/04) que levou mais de 2 mil pessoas para a frente da sede do governo, bairro Compensa, zona oeste de Manaus, paralisaram as atividades para pressionar o Executivo a apresentar uma contraproposta sobre as pautas de negociação apresentadas no dia 8 de março.
“Nós estamos pedindo a reabertura do diálogo e uma contraproposta do governo para darmos prosseguimento à negociação. Já estamos com quase um mês de espera e precisamos avançar”, disse a presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues.
Segundo o sindicato, os trabalhadores estão com as datas-bases de 2022 e 2023 atrasadas e reivindicam 25% de reajuste salarial, pagamento das progressões por titularidade e tempo de serviço, reajuste no vale-alimentação e no auxílio-localidade, manutenção do plano de saúde, entre outras pautas. “A data-base da Seduc é no dia 1º de março de cada ano”, diz o Sinteam.
Também houve protestos em Parintins, Autazes, Novo Aripuanã, Tefé, Eirunepé, Carauari, Boca do Acre, Pauini e Boa Vista do Ramos.
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