A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Santas Casas, Entidades Filantrópicas e Religiosas e Estabelecimentos de Saúde do Estado do Amazonas (Sindpriv-AM), Graciete Mouzinho, denunciou nesta quinta-feira (13/01) que serviram peixe podre, no almoço dos funcionários da saúde lotados no Hospital 28 de Agosto.
A representante dos enfermeiros do Amazonas disse que o peixe servido, estava com indícios de estar fora do prazo permitido para consumo.
“O peixe está só fumaça e cheiro de gasolina. Estão querendo matar os funcionários. Ninguém conseguiu comer esse peixe e foi tudo para o lixo. Eu já tô passando é mal. Esse peixe tá podre”, diz um funcionário em um dos áudios enviados ao portal Amazonas Hoje.
Ajuda
Na declaração, a servidora clama por voluntários, que faziam doações de alimentos, nas unidades de Saúde do Estado, quando não havia refeição, lanche e cesta básica para os servidores da saúde. “Nós estamos precisando dessas pessoas que faziam doações para os profissionais da saúde”, acrescentou.
Mais denúncias
Na semana passada, Graciete Mouzinho já tinha denunciado as péssimas condições da refeição servida na unidade hospitalar. Segundo Graciete, os trabalhadores, que estão na linha de frente da Covid-19, reclamam há meses da qualidade da alimentação servida no refeitório do hospital e que a direção do 28 de Agosto não toma nenhuma atitude para solucionar o problema.
Posicionamento
Em nota, a SES-AM informou que a direção do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto disse que o referido serviço de alimentação da unidade é terceirizado, que já foi revisto e está em processo licitatório, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-AM), abrangendo, inclusive, várias unidades.
“Vale ressaltar que a alimentação servida atualmente atende pacientes, acompanhantes e servidores, não apenas do HPS 28 de Agosto como também do Instituto da Mulher Dona Lindú (IMDL). A direção deste hospital preza pela qualidade dos serviços seja de que âmbito for na unidade, e quando não está sendo satisfatório é solicitado a revisão, como já citado no início desta nota”, finaliza a SES-AM.


























































