O presidente interino do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado do Amazona, Renato Bessa, convocou, por meio de edital divulgado no dia 20 de junho, escrivães e investigadores a participarem da assembleia geral para decidir indicativo de greve. Desde o 25 de maio, os policiais civis pressionam o governador Wilson Lima (UB) para realizar o pagamento da última parcela do escalonamento e a liberação das promoções dos servidores, pendentes desde 2011.
Conforme o edital de convocação, a assembleia será realizada no dia 30 de junho, às 19h, na sede do Sinpol, localizada na rua Filemon, conjunto Jardim Petrópolis, bairro Petrópolis, zona sul de Manaus. “Os policiais vão decidir se decretam o indicativo de greve e a data do ato”, frisou Renato.
Protesto
No último dia 15 de junho, um caixão com a imagem do governador Wilson Lima (UB) e com dizeres de “Governador enterrou todos os nossos direitos” marcou a segunda manifestação realizada por investigadores e escrivães da Polícia Civil. Os policiais civis mais uma vez reivindicaram do governador Wilson Lima o pagamento da última parcela do escalonamento.
“Voltamos a fazer manifestação porque o governador não quer conversar com escrivães e investigadores, não ter atendido nossos pleitos que estão em lei. Por entendermos que estamos sendo discriminados dentro da nossa instituição, onde os delegados já tiveram seus direitos garantidos, os peritos também, e ele não garante os dos investigadores e escrivães, fizemos a manifestação novamente”, disse um dos líderes do movimento, o investigador James Figueiredo, justificando a imagem do governador e a presença do caixão no protesto. “Mostrando que ele está enterrando as leis dos policiais, escrivães e investigadores”, completou James.
Desde o dia 25 de maio, policiais civis do Amazonas se mobilizam contra o governador do Amazonas o qual é cobrado pelo cumprimento do que determina a Lei 4576/18, que assegurou a adequação salarial dos escrivães e investigadores em 5 parcelas, sendo que uma foi paga imediatamente, ainda em 2018. Sobraram quatro parcelas para os anos de 2019, 2020, 2021 e 2022.





























































