O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) emitiu nota de repúdio ontem (26/03) contra o vereador do PT Sassá da Construção Civil, após falas do parlamentar em direção à categoria dos docentes na Câmara Municipal de Manaus. O discurso se deu durante debate sobre a assinatura da CPI da Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom), que pretende investigar o pagamento suspeito em dinheiro vivo dentro da pasta, filmado por um ex-motorista de um portal de notícias da capital do Amazonas.
Ao justificar que não assinaria a CPI da Semcom, Sassá relembrou de um pedido de instalação de CPI, a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). “Agora, não vou assinar a CPI, para não ser igual do Fundeb, que teve (SIC) dois políticos, parlamentares, que botou (SIC) meu nome no fogo que eu me neguei a assinar a CPI do Fundeb. Agora, não vou fazer igual ao Fundeb que fizeram maior protesto lá fora, jogaram alguns colegas na água, mentindo para o povo. Agora, cadê a CPI do Fundeb? Quero assinar agora”, declarou o vereador petista.
Em nota, o Asprom Sindical classificou a fala do parlamentar como inescrupulosa. “O vereador Sassá da Construção Civil ofendeu, de forma irreparável, a categoria dos professores da Semed/Manaus, na tentativa de justificar o porquê não assina o requerimento da Cpi do Fundeb. O Asprom Sindical lamenta profundamente que o Partido dos Trabalhadores tenha esse tipo de gente como seu representante. Este senhor deveria envergonhar este partido que tem uma história em defesa dos trabalhadores. Declaramos que este senhor se torna persona non grata à categoria. e, que, daqui para a frente, nunca receberá um voto sequer, para nada”, diz o Asprom em nota.
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