O Comando Militar da Amazônia (CMA) informou que o Exército Peruano desativou, no dia 5 de maio de 2026, um laboratório rústico de processamento de drogas em território peruano, próximo às margens do rio Javari, na fronteira com o Brasil. A ação ocorreu durante a Operação Espelhada, estratégia em que Brasil e Peru atuam de forma simultânea e coordenada para combater ilícitos transfronteiriços.
Durante a ação, foram apreendidos:
1.500 quilos de cloridrato de cocaína líquida, armazenados em 10 tambores;
uma escopeta com 10 cartuchos;
800 quilos de folha de coca;
1.000 quilos de folha de coca triturada;
uma trituradora industrial;
sete sacos de cimento;
três sacos de amônio;
50 galões de gasolina.
A operação foi coordenada com as Forças Armadas Brasileiras. No lado brasileiro, as tropas atuaram no contexto da Operação Ágata Amazônia 2026, iniciada no dia 27 de abril, com o objetivo de intensificar a presença do Estado em áreas de difícil acesso e combater ameaças complexas na região amazônica.
A desativação do laboratório foi conduzida pelo Exército Peruano, por meio da Brigada de Selva 25, com apoio da Polícia Antidrogas do Peru.
Do lado brasileiro, o Comando Conjunto Harpia atuou com tropas da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, do 8º Batalhão de Infantaria de Selva e de um Navio Patrulha da Marinha do Brasil.
A neutralização do laboratório, dentro do regime de cooperação da Operação Espelhada, reforça a interoperabilidade das Forças Armadas e a presença do Estado brasileiro na região amazônica.




























































