Após quatro dias de greve, os trabalhadores da construção civil de Manaus encerraram a paralisação nesta quarta-feira (2/7) após acordo com o sindicato patronal.
O reajuste salarial foi definido em 8%, com aumento de 50% no valor da cesta básica (de R$ 200 para R$ 265) e abono dos dias parados.
A partir de 2026, a cesta passará a valer R$ 300. O benefício será estendido a trabalhadores de empreiteiras, e haverá equiparação entre pedreiros e montadores, com nova negociação marcada para janeiro.
A paralisação começou na sexta (28/6), após rejeição da proposta patronal anterior.
O movimento foi liderado pelo sindicato da categoria, o Sintracomec, que defendeu a valorização profissional e melhores condições de trabalho.
Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) informou que o reajuste ajustado para os salários foi estabelecido em 8%, representou 48% de ganho real sobre o índice (INPC) a ser aplicado de imediato, sendo que, para todas funções técnicas, será aplicado em duas etapas, 6% em julho de 2025 e, 2% em janeiro de 2026, de forma não cumulativa e, para os salários superiores ao dobro do maior vencimento aplicável as categorias, foi previsto abono livremente pactuado entre empresa e trabalhador.
O sindicato patronal também destacou que o valor da cesta básica (ajustado em R$265,00) será concedido apenas por empresas associadas, e que os dias parados deverão ser compensados.
A nova Convenção Coletiva será arquivada até o dia 7 de julho.






























































