O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) informou que fará uma manifestação na frente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na próxima segunda-feira, 16 de junho, para pressionar a retirada da pauta de votação do Projeto de Lei n° 350/25, que trata do reajuste salarial dos profissionais da educação.
De acordo com a nota emitida pelo sindicato, a proposta do executivo municipal, que prevê um aumento de 5,48%, é considerada insuficiente pela categoria. “Não queremos 5,48%. Queremos 10%”, afirma o comunicado da Asprom Sindical.
Os profissionais da educação buscam a retomada do diálogo com a prefeitura e exigem que o prefeito apresente uma “contraproposta melhorada”.
“Na segunda-feira, 16/06/25, estaremos na Câmara de Vereadores, pressionando pela retirada da pauta do Projeto de Lei n° 350/25”, reforça a entidade.
Outro lado
No dia 3 de junho, o prefeito de Manaus, David Almeida, assinou uma série de projetos de lei que para recomposição salarial de 5,48% para todos os servidores públicos municipais, incluindo efetivos, comissionados e celetistas. Com a medida, todas as categorias passam a ter a mesma data-base unificada: abril. Os projetos foram enviados à Câmara Municipal de Manaus (CMM), e, após aprovação, seguirão para sanção.
O prefeito alegou que a decisão cumpre uma das diretrizes do planejamento estratégico da atual gestão, dentro do eixo “Valorização do Servidor Público”, um dos sete pilares que orientam o segundo mandato de David Almeida.
A iniciativa contempla servidores da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), da Manaus Previdência (ManausPrev), da Procuradoria-Geral do Município (PGM), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), da Controladoria-Geral do Município (CGM), do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), além de carreiras não específicas, celetistas e RDAs.
As informações são das assessorias.






























































